Reproduzo aqui este documentário para @s companheir@s do IEPF, que ano após ano permanecem grão de areia , firmes na luta, pedra no sapato de quem quer mordaças e anestesias no lugar de educação libertadora!
Lucidez e força na construção da Greve!
À LUTA!
Parte 1 / 5
Parte 2 / 5
Parte 3 / 5
Parte 4 / 5
Parte 5 / 5
P.S.: O que pensam e fazem hoje aqueles e aquelas em quem já acreditamos e tivemos esperança?
Entre tantas mazelas, pelo menos nos comprovam que só a luta muda a vida !
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domingo, 23 de outubro de 2011
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Kabengele Munanga
Em nossos debates sobre negritude e africanidades no Brasil aproveitamos uma entrevista com o Professor Kabengele Munanga, antropólogo da USP. Pois agora, na véspera de seu aniversário de 70anos, vamos conhecer um pouco mais sobre ele no texto de Flávio Jorge Rodrigues da Silva.
Kabengele Munanga, 70 anos: Ao mestre com carinho!
Kabengele Munanga, professor universitário e integrante do Conselho Editorial da Revista Teoria e Debate, completa 70 anos no dia 2 de julho de 2010. Na foto acima, está entre Flávio Jorge e Matilde Ribeiro.
Em 1979, estudantes negros, homens e mulheres, criaram na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo o Grupo Negro da PUC. Fiz parte desse grupo.
Éramos jovens que estávamos adquirindo a comprensão de que havia uma luta a ser travada a favor do direitos da população negra no Brasil e o espaço universitário, apesar de sermos poucos nele, era estratégico para essa perspectiva. No início de nossas conversas partimos de uma posição critica aos processos de cooptação da ideologia do embranquecimento, para a sustenção do mito ainda vigente da existência da democracia racial.
Em paralelo a construção coletiva de uma consciência política, a consciência negra, percebemos que o interesse pelo estudo e pela pesquisa também era uma instrumento importante para a constituição de um movimento negro em nosso país.
O grupo conseguiu se manter até o ano de 1988. Durante esses anos tivemos contato com Kabengele Munanga, um negro africano, que começava a dar aulas na Universidade de São Paulo. Conhecermos um negro, nascido no Continente Africano e ainda Professor da USP (se isso é coisa rara nos dias atuais imaginem nas décadas de 80/90) foi motivo de muito orgulho para aquele grupo de jovens.
Aprendemos muito com o Mestre Kabengele. Principalmente algo que vivenciamos de perto – a dificuldade do acesso do negro a educação. Que o conhecimento é fundamental para a busca de políticas e alternativas para o combate e a superação do preconceito, a discriminação e o racismo em nossa sociedade.
O mestre continua ao nosso lado. É um dos principais apoiadores da implementação das políticas de ações afirmativas no Brasíl, entre elas as das cotas raciais para negros e negras em nossas universidades.
Kabengele Munanga está completando 70 anos de vida. Ao mestre nosso carinho!
*Flávio Jorge Rodrigues da Silva, diretor da Fundação Perseu Abramo e um dos coordenadores da SOWETO – Organização Negra, filiada à Coordenação Nacional de Entidades Negras (CONEN)
Sobre os debates em torno das políticas afirmativas e, em especial do Estatuto da Igualdade Racial veja mais AQUI.
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sábado, 19 de junho de 2010
SEMINÁRIO de conclusão de etapas
"O seminário não é feito somente para o professor, mas essencialmente para a turma de alunos. Ele não é uma leitura de um texto, mas sim uma troca de idéias entre quem apresenta e quem o assiste."
Conheça o texto de onde foi extraído o fragmento acima.
E em 2010, começamos com os Seminários neste sábado, 19 de junho.
Nós do turno da tarde, começamos as 9horas da manhã de sábado, com as apresentações da Etapa 5B.
Os dois trabalhos tiveram assessoria direta das àreas das Ciências Humanas e das Ciências da Natureza, além de contribuições da àrea das Linguagens. Conheçam os temas abordados pelos finalistas:
SANEAMENTO BÁSICOE em 2010, começamos com os Seminários neste sábado, 19 de junho.
Nós do turno da tarde, começamos as 9horas da manhã de sábado, com as apresentações da Etapa 5B.
Os dois trabalhos tiveram assessoria direta das àreas das Ciências Humanas e das Ciências da Natureza, além de contribuições da àrea das Linguagens. Conheçam os temas abordados pelos finalistas:
Carlos Alexandre Lazzeri, Caroline Medeiros Alfaro, Cristiane Suelen Lanzzanova Esquivel, Flávia de Moura Witt e Mônica Andressa Morais dos Santos.
O grupo apresentou um bom material com informações e imagens sobre o processo de saneamento básico, resgatando um pouco da história do esgotamento sanitário no Brasil e em Uruguaiana; trouxe para o coletivo um pouco das diretrizes da Política Nacional de Saneamento Básico, implementada por Lei Federal desde 2007, pelo Governo Lula.
Na rodada de debates foi possível aprofundar um pouco as questões locais, aqui da cidade, em que vivemos, nos últimos anos, uma ameaça de privatização dos serviços de abastecimento de água e tratamento de esgoto e também vemos fortes questionamentos por parte da prefeitura em relação a CORSAN.
Na realização deste trabalho, o grupo visitou e conheceu a ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) instalada em Uruguaiana; explicaram o processo de decantação através do uso de bactérias aeróbicas e anaeróbicas e descobriram que, infelizmente, um aparte bem pequena da população da cidade é atendida pela coleta e tratamento de esgoto. Isto tem reflexos dramáticos nas estatísticas de saúde pública, como foi bem lembrado pelo grupo.
Abaixo fica um pouco dos materiais que o grupo utilizou (slides Power Point)
Saneamento Básico
Saneamento Básico
ORÇAMENTO PARTICIPATIVO
Aline dos Santos Rodrigues, Eva Lissara Messa Estigarribia, Leonel Setembrino da Silva Junior, Pâmela Ferreira Jouglard e Paloma Rozane da Silva Souza.
Abordando questões fundamentais para se entender o orçamento, o grupo utilizou conceitos de economia e finanças públicas de maneira a apresentar algumas diferenças entre o processo "tradicional" de se construir o orçamento e o processo de participação realizado por algumas administrações, chamado de Orçamento Participativo.
Apresentram conceitos como democracia participativa, orçamento público, receitas e despesas.
Mostraram um vídeo de divulgação do processo de OP da cidade paulista de Guarulhos - assista abaixo - e contaram um pouco da organização da experiência de Porto Alegre, cidade que já foi conhecida como Capital Mundial da Democracia Participativa.
No momento do debate foi possível aprender muito mais sobre a organização do Estado /Governo, as competências administrativas e as diferentes concepções políticas em torno do tema (esquerda/direita).
Rodada de debates entre os grupos e o coletivo de educadores/as.
Enfim, foi uma manhã de muitas aprendizagens! Valeu!
sábado, 15 de maio de 2010
Lançamento do Projeto - Pesquisa da Realidade
Projeto de Pesquisa
Há mais de 20 anos, o debate sobre o meio-ambiente e as condições de vida da comunidade já estavam na pauta! A foto acima, trazida pela educanda Ivete (1D), nos mostra isso; são estudantes da 8ª série da EMEF Moacyr Ramos Martins, em meados da década de 80, protestando contra a proximidade do lixão municipal dos moradores daqui.
De lá para cá, muita coisa mudou. O lixão não está mais ali, apesar de ainda continuar sendo um grave problema em nossa cidade.
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Queremos, com esse pequeno exemplo, mostrar que SIM, temos história. Mesmo que em alguns momentos nem "nos coloquem no mapa", aqui na União das Vilas há muitas histórias esperando para ser descbertas e contadas. Esse é o nosso desafio daqui pra frente no Projeto de Pesquisa das etapas 1C e 1D.
No lançamento do Projeto com a turma 1D, a educadora Ediles, vice-diretora do turno da Tarde esteve conosco conversando sobre a importância do ato de pesquisar dentro de nossa proposta de escola. Resgatando elementos do pensamento de Paulo Freire e da práxis dos 9 anos de IEPF na União das Vilas, ela contribuiu com nossa reflexão .
Com este lançamento foi possível devolver várias questões levantadas pelas próprias Etapas 1C e 1D, fortalecendo o desafio coletivo de construir conhecimento a partir da realidade, com o objetivo de compreendê-la e, compreendendo, intervir.
"Eu tô gostando de estudar aqui. Eu, na minha idade, ativei a minha mente. Eu tô começando a pensar e analisar um monte de coisa que antes eu não via." Tânia Regina dos Santos, 49 anos, educanda da 1D
Com declarações marcantes como essa acima, formalizamos também os eixos que orientarão nosso trabalho, as ferramentas e metodologias de pesquisa que estarão ao nosso alcance e algumas possibilidades de divulgação dos resultados. Com a turma 1 C a apresentação foi na aula de sexta-feira, dia 14/05.
PROJETO ETAPA 1
Por ora, vamos listar os temas e os/as pesquisadores/as selecionados para cada questão. Confira:
PROJETO ETAPA 1
Por ora, vamos listar os temas e os/as pesquisadores/as selecionados para cada questão. Confira:
1 - Início da Ocupação
Any, Jéssica, Vanessa e Ariane
2 - Trevo da Morte e DNER
Kimberly, Kariele, Keiti, Diovana e Graciely.
3 - Indicadores sociais
Tieli, Ana Paula, Ana Claudia, Joyce
4 – Inventário de estabelecimentos comerciais, culturais e religiosos (2 grupos)
Romário, Djaime, Éverton, Danilo, Joantan, Eduardo.
5 – PROMORAR e Salso
Andrew, Roger, Kenedy, Alexandra.
6 – PROFICAR e ÁREAS VERDES
Carlos Eduardo, Stéfani, Anderson, Taine, Elias
7 – Lot. Dona LAURA
Rosane, Tâmina, Flora, Lenir
8 – Chácara do Sol
Bianca, Jéssica, Renan, Carol.
9 – São Cristóvão e Nova Esperança
Vanderléia, Érica, Francieli, Andressa.
10 – Horta Pública
Alisson, Ivete, Dalete, Tânia
11 – Progresso e Cristal
Tatiane, Joana, Pablo, Angélica
12 – Logradouros principais (ruas, alamedas, becos, etc...)
12 – Logradouros principais (ruas, alamedas, becos, etc...)
Juliana, Biatriz, Débora.
Bom Trabalho!
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quinta-feira, 13 de maio de 2010
A Alegria é um elemento da cultura negra!
Descobrimos tanta coisa! Ouvimos tantas histórias! No tambor e no berimbau, séculos e milênios de conhecimento humano apresentados numa roda de conversa, capoeira e muita cultura!
Na foto, Mestre Churrasco e Mestre Gio entoando toques de capoeira
Assim foi a visita que fizemos à SBU Filhos do Trabalho. Para conhecer um pouco sobre a SBU clica AQUI e veja uma outra postagem aqui deste blog.
Ouvimos sobre a trajetória da Sociedade desde sua fundação e as mudanças na sua administração e na sua atividade. Vejamos mais sobre essa tarde de muita pesquisa e muito conhecimento no texto preparado pela Évelyn:
No dia 13/05/10, educandos e educandas que cursam o Ensino Médio no Instituto Estadual Paulo Freire, fazem um trabalho sobre preconceito racial e a história e cultura afro-brasileira. Visitam a SBU Filhos do Trabalho. - Lá descobrimos a origem da associação, daquele prédio e um pouco da história dos negros e negras que lá habitaram. Texto-reportagem por Évelyn Thainá
José Gomes do Nascimento foi um dos fundadores e o primeiro presidente, em 1925, da Sociedade Beneficente União Filhos do Trabalho onde a ideia era proteger os negros poucas décadas após o fim da escravidão no Brasil.
Foi fundada em 05 de abril de 1925, no antigo Colégio Central, ao lado da Prefeitura de Uruguaiana, onde funcionou até 1927, quando foi adquirido o prédio da família Barbará, no atual endereço, Rua Íris Valls, 1889.
Nesta sede muitos bailes foram relaizados, muitas atividades festivas, sem o desprezo da elite branca da época.
Naquele tempo, Uruguaiana manifestava seu preconceito, impedindo a presença de negros e pobres nos principais salões de festa da cidade.
Cm a aquisição da Sede para a SBU foi possível promover festas e bailes, além de muitos outros eventos sociais. Garantia-se um espaço para a cultura negra com liberdade para dançar, cantar e se expressar. Além disso, a SBU também funcionou, durante um bom tempo, como entidade de assistência e caridade, amparando associados que necessitavam de ajuda finaciera, médica ou outras.
Em 1962, a SBU foi decretada entidade de utilidade pública, dados os relevantes serviçoes que prestava à parte da comunidade.
Ao longo do século XX, mudanças nas relações de trabalho e nos direitos trabalhistas acabram por levar alguns associados a se afastarem um pouco da SBU, já que com salário mínimo melhor regulamentado, com o surgimento e aprimoramento da seguridade social; as funções de assistência e caridade foram deixando de ser procuradas na SBU. Essa é a avaliação de Paulo Espíndola; atual presidente da entidade. Ele completa dizendo que, apesar disso, era possível manter a SBU como um espaço garantido para a cultura negra; mas em algum tempo, até mesmo isso foi sendo deixado de lado e quase esquecido. muitas pessoas acabaram assumindo outros compromissos e foram deixando um pouco de lado essa história
Este prédio que conhecemos hoje já foi palco de grandes artistas que passaram por Uruguaiana. Os bailes e festivais acabaram, mas hoje, um grupo de pessoas mantém o interesse e querem reconquistar a atenção da comunidade, lutando pela restauração do prédio. Desde 2008 os planos começaram a crescer e se encaminhar, mas ainda falta muito para sair do papel e começar a reforma, mesmo contando com apoio do Governo Federal na tentativa de tombamento do prédio ou na busca de convênios.
O desejo é usar o mesmo prédio, pois foi ali onde tudo começou; é ali que aconteceu toda a história. O foco é contar para a comunidade a história e poder ter as festividades como antes e uma organização com diretorias de saúde, esporte, recreação, jurídica, relações públicas, uma rádio comunitária, cultura, dança, música, teatro...
Todo e qualquer desejo é para que a comunidade tenha acesso à SBU, como um centro de cultura, museu e ponto turístico. Na verdade querem a participação da comundiade para poder acontecer um novo trabalho no prédio; pois este patrimônio é da sociedade!
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Cm a aquisição da Sede para a SBU foi possível promover festas e bailes, além de muitos outros eventos sociais. Garantia-se um espaço para a cultura negra com liberdade para dançar, cantar e se expressar. Além disso, a SBU também funcionou, durante um bom tempo, como entidade de assistência e caridade, amparando associados que necessitavam de ajuda finaciera, médica ou outras.
Em 1962, a SBU foi decretada entidade de utilidade pública, dados os relevantes serviçoes que prestava à parte da comunidade.
Ao longo do século XX, mudanças nas relações de trabalho e nos direitos trabalhistas acabram por levar alguns associados a se afastarem um pouco da SBU, já que com salário mínimo melhor regulamentado, com o surgimento e aprimoramento da seguridade social; as funções de assistência e caridade foram deixando de ser procuradas na SBU. Essa é a avaliação de Paulo Espíndola; atual presidente da entidade. Ele completa dizendo que, apesar disso, era possível manter a SBU como um espaço garantido para a cultura negra; mas em algum tempo, até mesmo isso foi sendo deixado de lado e quase esquecido. muitas pessoas acabaram assumindo outros compromissos e foram deixando um pouco de lado essa história
Este prédio que conhecemos hoje já foi palco de grandes artistas que passaram por Uruguaiana. Os bailes e festivais acabaram, mas hoje, um grupo de pessoas mantém o interesse e querem reconquistar a atenção da comunidade, lutando pela restauração do prédio. Desde 2008 os planos começaram a crescer e se encaminhar, mas ainda falta muito para sair do papel e começar a reforma, mesmo contando com apoio do Governo Federal na tentativa de tombamento do prédio ou na busca de convênios.
O desejo é usar o mesmo prédio, pois foi ali onde tudo começou; é ali que aconteceu toda a história. O foco é contar para a comunidade a história e poder ter as festividades como antes e uma organização com diretorias de saúde, esporte, recreação, jurídica, relações públicas, uma rádio comunitária, cultura, dança, música, teatro...
Todo e qualquer desejo é para que a comunidade tenha acesso à SBU, como um centro de cultura, museu e ponto turístico. Na verdade querem a participação da comundiade para poder acontecer um novo trabalho no prédio; pois este patrimônio é da sociedade!
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Veja também algumas imagens:
*Não deixem de comentar aqui nesse tópico, contando um pouco da nossa visita à SBU. E confiram os vídeos para o nosso debate AQUI!
sexta-feira, 7 de maio de 2010
O Processo de Globalização
A Globalização pode ser interpretada como a atual fase da expansão do capitalismo, com impactos na economia, na política, na cultura e no espaço geográfico. Embora tenha suas raízes na expansão econômica do pós Segunda Guerra (...), trata-se da continuidade do longo processo de mundialização capitalista, de formação da economia-mundo, que já se arrasta por séculos (...) Pode-se afirmar que ela está para o capitalismo em seu atual período (...), como o colonialismo esteve para o capitalismo comercial e o imperialismo para a etaá do capitalismo industrial-financeiro. Milton Santos, importante geógrafo brasileiro, defendia que a "globalização é, de certa forma, o ápice do processo de internacionalização do mundo capitalista".
Extraído, com adaptações, de MOREIRA, João Carlos & SENE, Eustaquio de. Geografia - Ensino Médio - Vol. 3. São Paulo: Scipione,2005. (p. 54)
Agora, vamos assitir o vídeo abordando alguns aspectos do processo de globalização.
Inicialmente, quando fomos falar em Globalização, a primeira ideia que surgiu foi a de "globo" ou "mundo"; e, como vimos, essa ideia está bastante aproximada do que é Globalização.
Inclusive descobrimos que a Globalização nso atinge de perto mesmo. Veja só a imagem abaixo:
Viram? De um jeito ou doutro estamos mesmo globalizados...
O que a Cris e a Carol estão tomando? Que sinais são estes que estão fazendo?
Em outros lugares seriam reconhecidos estes gestos? E a garrafa seria reconhecida também?
O que a Cris e a Carol estão tomando? Que sinais são estes que estão fazendo?
Em outros lugares seriam reconhecidos estes gestos? E a garrafa seria reconhecida também?
Aprofundando um pouco mais o debate, com apoio da leitura do livro citado acima e pesquisando também na Internet,deixa aqui o teu comentário sobre as seguintes questões:
*O que entendemos por Globalização?
*Quais são os bens e serviços, ideias, comportamentos e acontecimentos que identificamos em nosso cotidiano e que estão ligados à Globalização?
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terça-feira, 4 de maio de 2010
Problemas Ambientais
Atualmente existem várias discussões mundiais sobre temas como sutentabilidade, preservação ambiental, aquecimento global, etc... Enfim, reflexos da ação humana no uso, extração e abuso dos recursos naturais, gerando impactos nem sempre proporcionais aos ganhos. Com todas estas questões na pauta, cada vez mais fala-se em consciêncioa planetária e eco-cidadania (aliás dois termos nossa atenção e pesquisa!).
E vamos levando nosso Planeta na corda bamba!
Na Etapa 3C, vamos realizar um trabalho envolvendo, pesquisa, análise, debate e exposição de ideias.
A organização inicial foi apresentada hoje à tarde e os temas e grupos são so que seguem:
1 - Água: escassez de recursos hídricos
Maria Eloá, Tâmera e Sílvia
2 - Poluição Atmosférica
Rudimar, Douglas e Paulo Antônio
3 - Ilhas de Calor
Paula, Andressa Cardoso e Andriely
4 - Inversão térmica
Alexsander, taylor, Lucas e Rodrigo
5 - Chuva Ácida
Isabel, Lorelize e Rosângela
6 - Redução da Camada de Ozônio
Juliana, Caroline e Carlos Henrique
7 - Ampliação do Efeito Estufa
Silvana, Eliziane e Bruna
8 - Vegetação e Desmatamento
Mª Elena, Mª Gabriele, Mª Araújo e Andressa Santos
A partir do tema indicado, cada grupo deverá apresentar, no mínimo, as seguintes questões:
*Caracterização e conceito: o que é?
*Efeitos e Sintomas: como se manifesta? como percebemos?
- na comundiade;
- na cidade e região;
- no estado do RS;
- no Brasil e
- no Mundo.
*Propostas e possibilidades de superação (soluções para o problema)
Para a apresentação, cada grupo terá o tempo de 15 minutos (usem cartazes, painéis, material explicativo e ilustrativo, vídeo, projeção...) e apresentará um breve relatório com as prncipais considerações do grupo que serão publicadas aqui no Blog!
Bom trabalho!
A apresentação será dia 18/05!
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quinta-feira, 29 de abril de 2010
Projeto de Pesquisa 1ª Etapa - 1C e 1D
As primeiras etapas da tarde, trabalhando o foco "Compreensão da Realidade do Ponto de Vista do Desenvolvimento" estão investigando a(s) História(s) da União das Vilas.
O projeto será lançado dia 11/05, mas as turmas já estão se preparando e descobrindo muitas coisas!
Repara nessa foto, trazida pelo Diego, da 1C:
Observando a imagem foi possível identificar o local e alguns elementos diferentes nos permitiram estimar, aproximadamente, a data provável deste registro.
Já foi um baita exercício de pesquisa!
Hoje (29/04), tentamos reproduzir a mesma imagem para compararmos as modificações.
E aguardem! Em MAIO a pesqusia começa pra valer! Vem muita coisa legal por aí!
O projeto será lançado dia 11/05, mas as turmas já estão se preparando e descobrindo muitas coisas!
Repara nessa foto, trazida pelo Diego, da 1C:
Observando a imagem foi possível identificar o local e alguns elementos diferentes nos permitiram estimar, aproximadamente, a data provável deste registro.
Já foi um baita exercício de pesquisa!
Hoje (29/04), tentamos reproduzir a mesma imagem para compararmos as modificações.
Para tentar montar o novo quadro da rua, fotografamos alguns ângulos diferentes também...
Comparem e registrem as mudanças que são possíveis perceber na paisagem.
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quinta-feira, 15 de abril de 2010
Espaço geográfico e a nossa história!
Na última semana começamos a construir nosso projeto de pesquisa da "Pesquisa da Realidade e Construção da Identidade" com as 1ªs. etapas da tarde (1 C e 1 D).
Vamos aplicar os diversos conceitos e conhecimentos discutidos nas aulas de História e Geografia para pesquisar as origens, as características e as perspectivas da nossa União das Vilas - além, é claro, de sempre que necessário, iremos bater nas portas das outras aulas para buscar o apoio das diferentes Áreas do Conhecimento !
Começamos conversando sobre as histórias que já conhecemos; depois fomos tentando lembrar das mudanças ocorridas em nossa comunidade nos últimos anos: novas construções, novas ruas, coisas que deixaram de existir ou mudaram de lugar, etc... Depois analisamos algumas afirmações já realizadas por outra turma em pesquisa realizada algum tempo atrás. A partir disso, começamos a formular novas questões e indicar outra spistas e fontes que ajudarão no nosso trabalho dos próximos meses.
INSTITUTO ESTADUAL PAULO FREIREPesquisa da RealidadeResgate da História Local
Os dados e informações abaixo foram obtidos através de visitas a moradores/as da comunidade e em levantamentos feitos em sala de aula. (3ª etapa - 2005)
Identificamos que o primeiro ponto de habitação onde hoje é a União das Vilas deve ter mais de 40 anos, com granjas e chácaras espalhadas por esta área da cidade.
O primeiro foco de urbanização ocorreu na área em volta de onde fica o Centro Comunitário Riperto Carús, há cerca de 25 anos (início dos anos 80, a PROMORAR).
Quem inaugurou a PROMORAR foi o prefeito da época, Carús, e os lotes foram dados por sorteio.
A PROFICAR foi povoada a partir da migração de populações ribeirinhas em um período de forte cheia do Rio Uruguai (1983-1985), grande parte dos moradores têm familiares em bairros como Marduque, Tarragô, etc...
"A PROFICAR os terrenos foram dados para as pessoas que ficaram na água". Parece que havia uma taxa que era a compra da casa, o terreno era dado, mas segundo dizem os moradores mais antigos , a casa não valia nada, o valor mesmo era pelo terreno.
Nesta época, não tinha ônibus, água, escola...
Antes da fundação do Moacyr Ramos Martins a opção para que a comunidade pudesse estudar era a Escola Lilia Guimarães. Havia um ônibus que fazia esta linha específica, ligando a comunidade àquela escola.
Quando começou a vila houve a visita de um Ministro do Governo Figueiredo, Ministro dos Transportes Cloraldino Severo, responsável por algumas obras como o asfalto que passa(va) pelo lado do Moacyr e ia até onde hoje é a DEFREC.
A entrada da Vila era mais lá pelo lado do Paulo Freire, o prefeito que comprou uma terras do DNER e fez esta outra entrada.
TREVO DA MORTE - era a principal saída da cidade, tinha um fluxo intenso até meados dos anos 80. Quando fizeram a COHAB, fizeram os outros trevos e este perdeu importância e fluxo.
Quando começou a vila a CORSAN não conseguia fazer a água chegar nas casas; não tinha força nas máquinas. Lá por 1990 a CORSAN colocou uma bomba na esquina da Flores da Cunha com Setembrino de Carvalho para "bombear" água para este lado da cidade e construi o reservatório aqui na vila, a partir daí regularizou o abastecimento de água. (Mas fala-se que até pouco tempo a água ainda não tinha força, nem quantidade suficiente para a comunidade).
O famoso Armazém do 40, ponto de referência até hoje para a comunidade, atendeu de 1982 até 2001. O proprietário, Sr. Alci Borges, comerciante pioneiro nesta região da cidade, ficou conhecido pelo numero que o identificava no quartel, o 40.
O seu comércio virou referência, fazendo surgir ao seu redor o ponto de táxi e sendo marca do final da linha de ônibus nesta área da cidade.
As fotos desta postagem são da turma 1 C em ação! Na Sala 3 e na Sala Digital!
Está vindo muita coisa por aí!
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