Mostrando postagens com marcador economia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador economia. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 19 de outubro de 2010

A Guerra Fria

Informação e seleção de imagem - por Jéssica Brum

sábado, 19 de junho de 2010

SEMINÁRIO de conclusão de etapas


"O seminário não é feito somente para o professor, mas essencialmente para a turma de alunos. Ele não é uma leitura de um texto, mas sim uma troca de idéias entre quem apresenta e quem o assiste."
Conheça o texto de onde foi extraído o fragmento acima.

E em 2010, começamos com os Seminários neste sábado, 19 de junho.
Nós do turno da tarde, começamos as 9horas da manhã de sábado, com as apresentações da Etapa 5B.

Os dois trabalhos tiveram assessoria direta das àreas das Ciências Humanas e das Ciências da Natureza, além de contribuições da àrea das Linguagens. Conheçam os temas abordados pelos finalistas:
SANEAMENTO BÁSICO
Carlos Alexandre Lazzeri, Caroline Medeiros Alfaro, Cristiane Suelen Lanzzanova Esquivel, Flávia de Moura Witt e Mônica Andressa Morais dos Santos.
O grupo apresentou um bom material com informações e imagens sobre o processo de saneamento básico, resgatando um pouco da história do esgotamento sanitário no Brasil e em Uruguaiana; trouxe para o coletivo um pouco das diretrizes da Política Nacional de Saneamento Básico, implementada por Lei Federal desde 2007, pelo Governo Lula.

Na rodada de debates foi possível aprofundar um pouco as questões locais, aqui da cidade, em que vivemos, nos últimos anos, uma ameaça de privatização dos serviços de abastecimento de água e tratamento de esgoto e também vemos fortes questionamentos por parte da prefeitura em relação a CORSAN.

Na realização deste trabalho, o grupo visitou e conheceu a ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) instalada em Uruguaiana; explicaram o processo de decantação através do uso de bactérias aeróbicas e anaeróbicas e descobriram que, infelizmente, um aparte bem pequena da população da cidade é atendida pela coleta e tratamento de esgoto. Isto tem reflexos dramáticos nas estatísticas de saúde pública, como foi bem lembrado pelo grupo.

Abaixo fica um pouco dos materiais que o grupo utilizou (slides Power Point)
Saneamento Básico


ORÇAMENTO PARTICIPATIVO
Aline dos Santos Rodrigues, Eva Lissara Messa Estigarribia, Leonel Setembrino da Silva Junior, Pâmela Ferreira Jouglard e Paloma Rozane da Silva Souza.
Abordando questões fundamentais para se entender o orçamento, o grupo utilizou conceitos de economia e finanças públicas de maneira a apresentar algumas diferenças entre o processo "tradicional" de se construir o orçamento e o processo de participação realizado por algumas administrações, chamado de Orçamento Participativo.

Apresentram conceitos como democracia participativa, orçamento público, receitas e despesas.
Mostraram um vídeo de divulgação do processo de OP da cidade paulista de Guarulhos - assista abaixo - e contaram um pouco da organização da experiência de Porto Alegre, cidade que já foi conhecida como Capital Mundial da Democracia Participativa.
No momento do debate foi possível aprender muito mais sobre a organização do Estado /Governo, as competências administrativas e as diferentes concepções políticas em torno do tema (esquerda/direita).

Rodada de debates entre os grupos e o coletivo de educadores/as.

Enfim, foi uma manhã de muitas aprendizagens! Valeu!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Globalização, capitalismo e crise (não necessariamente nessa mesma ordem)


Leia texto do historiador Éric Hobsbawm, em que ele fala sobre a crise financeira internacional que eclodiu desde o fim de 2008, sobre os impactos que ela teve sobre a globalização e o desenvolvimento diferenciado dos países pelo globo. Segundo ele, "a forma que terá o mundo depois desta crise segue sendo algo bastante incerto".



A terceira crise
Éric Hobsbawm *
Outra vez, estamos diante de uma crise fundamental do capitalismo. Evidentemente, o laissez-faire sempre foi o princípio fundamental do capitalismo, chamado também de livre mercado, de não intervenção política no mercado, ou livre movimento dos diferentes fatores econômicos. Esse princípio já estava globalmente generalizado na metade do século XIX.

A novidade desde os anos 70, no meu modo de ver, é que a economia mundial se globalizou, não só porque as divisas ou outros meios financeiros foram negociados internacionalmente como antes, assim como importações e exportações, mas sim porque também a produção sofreu um giro internacional e/ou multinacional. Apesar de tudo, a novidade não foi a volta do laissez-faire, o livre mercado, mas sim, a forma como ele reaparecia, convertido em um novo dogma.

A maioria dos economistas não acreditava que o capitalismo se desenvolvia a partir de uma crise constante. Acreditavam que o livre mercado sempre resolve racionalmente os problemas que cria. Consequentemente, supunha-se que se generalizaria não apenas um crescimento econômico máximo, como também um bem-estar máximo do conjunto da população. Os seres humanos são indivíduos e agentes racionais num mercado que tem sua própria racionalidade. Por isso, não deveria haver dificuldades, não fosse a intervenção dos Estados, dos políticos ou de outros atores de fora do mercado.

Parece inacreditável, hoje, mas é fato que a maioria dos economistas acreditou nisso, fervorosamente, durante mais de 30 anos. Ademais, venderam como receita política.

Creio que é justamente por isso que a crise atual pareceu surpreender a todos. Não por ter chegado, mas pelo momento em que se deu. Era bastante evidente que o modelo de desenvolvimento que havia não poderia durar eternamente, mas quanto tempo duraria não era previsível. O desaparecimento da União Soviética, provavelmente, prolongou essa tendência e facilitou o trajeto pelo qual a maioria dos países caía no programa neoliberal.

A saída da crise

Toda essa gente, hoje, não tem uma solução nas mãos. Sabem que chegaram ao seu limite, sabem que o mercado puro e livre não pode funcionar mais tempo assim – e tudo isso sem falar na questão ecológica!

Agora é fato que os governos têm que intervir, mas não sabem como, se a única coisa que eles têm nas mãos é o recurso que ensaiaram nos anos 30, e que, mesmo então, não teve êxito imediato. A crise econômica mundial que se instalou em 1929 durou uns tantos anos. Depois de tudo, foi a guerra que terminou com ela, e não a possibilidade de evitar a guerra.

Se hoje em dia vivemos uma crise semelhante, ela não se acabará no próximo ano ou no seguinte, ainda que a situação melhore algum dia, assim como depois de 1932 melhorou em âmbito mundial.

Mas para uma mudança de direção permanente, no sentido de uma nova economia mundial, será preciso muito tempo, e isso se complica ainda mais pela situação internacional. Macabramente, isso era diferente nos anos 30, já que havia internacionalmente um programa para a solução da crise: a preparação da guerra.

Hoje em dia, não é esse o caso. A forma que terá o mundo depois desta crise segue sendo algo bastante incerto.

As grandes crises que houve não são similares. A primeira, do fim do século XIX, desde a perspectiva moderna, não era uma crise, exceto para a agricultura e para os setores cujos preços caíram em decorrência dela. Os preços caíram um terço, e a agricultura era, nesse momento, claro, uma parte muito importante de todas as economias. Por outro lado, o mercado mundial e os investimentos estavam seguindo adiante, a produção aumentou enormemente. E mais: esse foi o momento em que a indústria da Inglaterra se expandiu pra outros centros. O que então fazia com que economistas como Marshall fossem pessimistas era a queda de preços, dos rendimentos e juros. Nessa situação, não se sabia como poderiam voltar os “bons tempos”. Claro que também nessa crise quem pagava era quem sofria e passava aperto.

A terceira das grandes crises, que enfrentamos hoje, está se desenvolvendo numa situação global muito diferente. Em primeiro lugar, a economia mundial se deslocou fortemente. Os centros ocidentais ainda são muito importantes. Têm um capital imenso, quase garantido, não só industrial, mas também de formação e mentalidade, e ademais, seguem sendo os com mais riqueza per capita. Mas o grande problema da nova crise é a retirada relativa dos grandes centros pelo deslocamento da produção e também dos serviços de alta qualidade para outros países. Creio que, para muitas pessoas, nos países ocidentais, as perspectivas para o século XXI são muito menos otimistas que do que para as populações dos grandes países em desenvolvimento no Oriente. É possível que não haja colapso, mas o fato da retirada, e isso também vale para a Europa, não se pode negar. Inclusive, é certo para os Estados Unidos.

Desdobramentos

Qual será o impacto político? Esse é o grande problema. A esquerda, cuja base social era a classe trabalhadora, praticamente já não existe nos países desenvolvidos.

O Brasil é um exemplo muito bom de um movimento que, para mim, como historiador, lembra-me muito o fim do século XIX na Europa: existe um vínculo entre o movimento operário das grandes indústrias com o de outros trabalhadores, com ideologia de esquerda, inclusive com os intelectuais, que dá lugar a um partido de massas. Esse, ao final, consegue levar seu principal líder ao poder, o qual é um dos poucos que foram, originalmente, de fato, proletário. Pode-se criticar muito o Lula, mas ele se corresponde com as esperanças que surgiram então na Europa. Isso não é revolucionário, mas também não o foi grande parte do movimento proletário na Europa. Queriam algo melhor que o capitalismo, mas a revolução no velho sentido não estava na ordem do dia no ocidente, nem na Europa central ou oriental, pelo menos, desde meados do século XIX. De todo modo, existe ainda um movimento de trabalhadores, mas a novidade é que a ideologia de esquerda, a ideologia originária do Iluminismo, de melhorar o ser humano e o mundo, essa ideologia teoricamente universal se viu seriamente afetada, assim como a base de massas desse movimento, e já não existe. Nem em sua forma comunista, nem na social-democrata – devem-se tratar ambas igualmente. Falou-se da crise do comunismo, que obviamente chegou ao seu final com a queda da União Soviética, mas a crise da social-democracia foi igualmente profunda e de fato ainda perdura.

E qual o resultado de tudo isso? Essas forças já não podem ser hegemônicas – mesmo que alguns partidos que haviam sido criações socialistas ainda existam, eles mudaram totalmente. O novo trabalhismo já não é o trabalhismo. Em alguns países, como a Alemanha, a tradição da social-democracia não se desenvolveu tanto quanto na Inglaterra, mas lá também mudou radicalmente. Contra tudo isso, vêm esses novos fenômenos: tenho medo porque, nos anos 30, não foi a esquerda a beneficiária da grande crise em boa parte da Europa, e sim, o contrário. Com exceção dos Estados Unidos, que giraram, naquele tempo, relativamente à esquerda, houve uma retração de toda a esquerda na Europa frente à ascensão do fascismo, de um movimento fascista que não podemos negar que tinha uma base social de massa. Assim era não só na Itália e na Alemanha, mas em países menores também. Disso, tenho medo.

Trata-se de movimentos que, em tese, não estão vinculados ao livre mercado. Nos últimos 50 anos, o conservadorismo e o livre mercado se aproximaram tanto que, nos Estados Unidos e na Europa, chegaram a ser praticamente a mesma coisa. Os conservadores são gente que insiste no livre mercado. Mas esse não é o caso da extrema direita, que não tem medo de romper tabus. A isso se acrescenta a insegurança total da ordem mundial.

Portanto, a curto prazo, não sou muito otimista. No transcurso dos próximos 20 ou 30 anos, será gerado um novo sistema mundial, assim, o capitalismo poderia continuar funcionando outros 30 ou 40 anos até que suas contradições internas se desenvolvam outra vez – a não ser que, enquanto isso, aconteçam catástrofes, o que nunca é impossível. Mas o que acontecerá com os interesses sociais das populações e dos povos, isso, absolutamente, não está claro.

De todo modo, pelo que sei, não há sociedade em que não exista o conceito de injustiça. Por isso, não deveria haver nenhuma em que pessoas não se indignem contra ela.



* Esse texto é parte de uma entrevista publicada na revista espanhola “El Viejo Topo” (www.elviejotopo.com) em dezembro de 2009. Originalmente publicada em alemão, no livro Zwischenwelten und Übergangszeiten. Interventionen und Wortmeldunge (traduzindo para o português, “Mundos Intermediários e Períodos de Transição. Intervenções e Mensagens.”), que contém artigos e entrevistas de Éric J. Hobsbawm e foi editado por Friedrich-Martin Balzer e Georg Fülberth, editora PapyRossa Verlag, Colônia, Alemanha.Tradução de Alessandra Terribili.

 Destaca fragmentos do texto que apontam elementos da relação GLOBALIZAÇÃO e CAPITALISMO.
 É possível relacionar este texto com as leituras de nossas últimas aulas? De que maneira? Em que contextos?
 Aponta as desigualdades percebidas no processo de globalização.
PENSA nessas [e em outras] questões e depois escreve um BOM TEXTO sobre o processo de globalização que vivemos atualmente. Apresenta tuas posições sobre este processo, com dados e informações nas quais te embasa.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Reflexão sobre o modo de produção em que estamos inseridos

Analisando as raízes históricas da Revolução Industrial e a formação do sistema capitalista, foi possível perceber uma série de elementos que determinam e influenciam nossas vidas ainda hoje. Seja nas relações econômicas, nas relações entre países ou corporações.

Após as leituras e debates nos livros,
assistimos ao vídeo "História das Coisas":


Vejamos o que escreveram os educandos e educandas da Etapa 3 C, do turno da tarde:

Antigamente, nas indústrias, cada pessoa fazia sua parte; isso existe até hoje, mas com a ajuda da tecnologia – que por sinal, evoluiu muito rápido facilitando a vida das pessoas.
Mas como tudo que é bom, tem sua parte ruim: as indústrias, por exemplo, com essa tecnologia toda, elas produzem fumaça que acaba poluindo o ambiente. Os materiais que eles usam para fazer seus produtos são tirados da natureza, desmatando árvores (...).
Só na Amazônia a quantidade de árvores derrubadas, por minuto, é equivalente a 20 campos de futebol.
E não acaba por aí! Quando a pessoa compra um produto, ela usa, mais ou menos, 85% do produto e os outros 15% é embalagem e ela não é usada, acaba indo para o lixo na mesma hora e, mais uma vez, poluindo a natureza.
Muitas pessoas reciclam o lixo para reaproveitar, mas infelizmente nem todas as pessoas pensam [e agem] assim. Mas a reciclagem [sozinha] não é suficiente.
No lixão, eles queimam o lixo mas acabam poluindo o ar novamente, soltando substâncias tóxicas, prejudicando os animais, florestas, ar, trazendo doenças nas pessoas. (Douglas, Lucas e Rodrigo)

As atividades humanas começaram a causar maior impacto na natureza nos últimos anos, a partir da Revolução Industrial.
A industrialização intensificou o consumo de materiais que são retirados do solo, do subsolo, dos mares, dos rios e das florestas. Além disso, mais da metade da população do planeta habita áreas urbanas. Os problemas ambientais estão se manifestando e atingindo a população diretamente no seu dia-a-dia.
Alguns exemplos de poluição são causas das enchentes e falta de saneamento básico.
Os problemas ambientais também são causados por fábricas que, ao fabricar seus produtos, liberam muitos produtos tóxicos, como, por exemplo, a dioxina, o mais tóxico e mais presente pois está em todos os objetos plásticos que consumimos no nosso dia-a-dia.
As pessoas estão cada vez comprando mais produtos que têm sua duração mínima, como rádios, computadores, etc. E cada vez mais estes objetos são descartados no solo. Alguns são reciclados, mas muitos não podem ser. E aí está nossa pergunta: pra onde vai o lixo que não pode ser reciclado? (Eliziane, Silvana e Maria Eloá)

Com o avanço tecnológico mundial e a formação das indústrias, por um lado nós ganhamos com a tecnologia, mas por outro lado, nós perdemos pelo fato das máquinas estarem ocupando cada vez mais o lugar dos trabalhadores, fazendo com que eles percam seus empregos e muitas vezes, até passem fome.
Além delas [as máquinas?] serem umas das maiores poluidoras do meio ambiente e causadoras de desmatamento.
O que nós entendemos sobre o vídeo é que com a tecnologia avançada, a produção aumentou; fazendo com que os consumidores se sentissem atraídos pelo avanço tecnológico e comprassem mais, muitas vezes coisas desnecessárias que, em pouco tempo, já viram lixo.
Os produtores de alto valor com base no trabalho informacional, produtores de grande volume baseado no trabalho de mais baixo custo. (?) (Gizele, Isabel, Silvia)

Vendo o filme e participando dos debates na sala de aula, podemos perceber que os impactos ambientais e humanistas são causados pelo desenvolvimento capitalista e socialista.
Esse problema iniciou-se, principalmente, pela Revolução Industrial que mudou a sociedade na sua forma de produção, de consumir, nas relações de trabalho e na relação do ser humano com a natureza.
Atualmente no mundo, existe uma [grande] potência econômica: os Estados Unidos (USA), que junto com o Japão e outras potências, consomem um terço de todos os recursos naturais da terra e desperdiçam muito mais do que tem.
Hoje em dia, todos os produtos usados pela população, só 1% é utilizados realmente, o resto, em menos de seis meses é despejado na natureza.
A verdade é que estamos gastando os recursos mais do que nunca e se continuarmos [nesse ritmo] vai piorar cada vez mais. (Andressa dos Santos, Maria Gabriele e Maria Elena)
A matéria prima extraída do planeta Terra que gera novos produtos para o homem. Todo esse lixo industrializado que, acoplado em nossas residências, de ano em ano se renova, trazido pelo marketing do mundo moderno que nos faz consumir cada vez mais.

A sociedade civil não se conscientiza que todo o “lixo industrializado” consumido, destrói nosso planeta; e se continuar assim, na mesma monotonia, irá vir o fim da natureza saudável.

Com a extração insustentável da natureza e o não reflorestamento, haverá um tempo do nosso futuro [em] que as indústrias não terão mais a matéria prima, e a escassez tornará mais caros os produtos. (Caroline, Carlos e Lorelize)

O meio ambiente no convívio com a poluição
Pela nossa concepção do vídeo, pudemos ficar mais cientes que o nosso [planeta] não está sendo cuidado adequadamente. E tanto é que a natureza está morrendo; os animais, etc...

E tudo isso [por] um sistema linear que está prejudicando toda a nossa natureza e a nossa convivência, com a ajuda dos agrotóxicos [e toxinas] [produzidas] nas fábricas – ou melhor dizendo: [as fábricas] estão jogando os resíduos na nossa natureza e prejudicando rios e animais.

E do lixo forma uma toxina, que sai [também] das fábricas, chamada dioxina.

E tudo isso quer dizer que não pode ser controlado? Fique com nossa pergunta: será que não podemos mudar [o sistema] linear [de produção] para que ele não prejudique mais a nossa natureza? (Taylor, Paulo Antônio e Alexsander)

Extração, produção, distribuição, consumidor e lixo

Estamos envolvidos nessas cinco etapas de produção.
Extração é o desmatamento que acontece em áreas do planeta com grande quantidade de matéria prima. Como bom exemplo dessa exploração temos os EUA que contém apenas 4% de suas florestas [originais] e se todos os países consumissem igual a ele, precisaríamos de mais [4] planetas iguais ao nosso.
Infelizmente extraímos mais do que devemos (...)

Produção. São as fábricas que produzem os produtos que vão á venda; mas que são feitos por pessoas que acabam se poluindo com as toxinas que causam graves problemas de saúde, como asma e câncer. As toxinas entram e saem como produtos ou subprodutos, ou seja, a fumaça que gera a perda do ar puro.

Distribuição. Os produtos não atingem o custo necessário até chegar ao consumidor. Isso acontece porque os trabalhadores não são bem remunerados, recebem baixos salários e [trabalham] sem plano de saúde.

Consumidor. A mídia tem grande influência com os consumidores, pois foram criadas duas ideias: [obsolescência planejada] criado para ir para o lixo e [obsolescência perceptível] criado para ser trocado; ou seja, somos influenciados para dar lucro ao governo (?).

Lixo. É o último item da produção, porque de 100% dos [produtos adquiridos], apenas 1% é utilizado [por mais tempo] e 99% vira lixo para poluir o planeta. Das queimadas feitas pelo homem, sai a dioxina, pela fumaça que é a maior poluente para o meio ambiente.

Obs.: Esse assunto está relacionado na exploração de matéria prima e mão-de-obra como aconteceu com a Revolução Industrial, que com avanços da tecnologia nos força a consumir, sem ao menos saber de onde e como foi feito o produto. (Andriely, Andressa Cardoso e Kelen Pereira)
Muita coisa ainda está por ser escrita! Aguardem!